quarta-feira, 8 de junho de 2011

Alagoas é destaque no Workshop Visual em SP

“Uma noite em Alagoas” encerra evento com show de Elba Ramalho

Fernanda Tognon

Alagoas é destaque em evento de turismo realizado em SP
Mais de dois mil agentes de viagens e profissionais do turismo de todo o Brasil conferiram as novidades do setor durante o Workshop Visual, que aconteceu nesta terça-feira (7), no Terraço Daslu, em São Paulo. O ponto alto do evento foi o show de encerramento da cantora Elba Ramalho, com o tema “Uma noite em Alagoas”.

O Workshop Visual – “Um arraial de novidades”, em comemoração aos 25 anos da operadora, reuniu também 120 expositores de todo o país e teve o apoio das secretarias de Turismo do Estado (Setur-AL) e de Maceió (Semptur). Alagoas divulgou seus produtos e destinos para os profissionais do turismo e foi destaque do encontro de negócios.

Para a secretária de Estado do Turismo, Danielle Novis, o evento foi uma excelente oportunidade de mostrar aos agentes de viagens o que o Estado tem de melhor. “A Visual é uma das operadoras que mais apostam no turismo do Nordeste e é uma empresa com muita credibilidade no mercado nacional. Estamos muito felizes de poder participar desse momento especial”, destaca.

Assim como Novis, a secretária de Turismo de Maceió, Cláudia Pessoa, evidenciou a importância da Visual Turismo no cenário do turismo brasileiro e acrescentou que a parceria continua para a promoção cada vez maior do destino Maceió e Alagoas.

Durante entrevista coletiva, o presidente da Visual, Afonso Gomes Louro, enfatizou a confiança da empresa em expandir seus negócios em 2011 e afirmou que o Nordeste é a principal fatia de mercado para a operadora, com destaque para os estados de Alagoas, Pernambuco e Sergipe. “A região representa 67% dos nossos negócios no mercado nacional”, explica o presidente. O Workshop Visual entrará para o calendário anual de eventos da operadora, segundo Afonso.

Atividades do APL da mandioca serão apresentadas para o Ifal

Encontro visa fomentar parceria com o Instituto e debater os desafios e avanços da mandiocultura na região Agreste
Laís Pita
Com o objetivo de apresentar o trabalho desenvolvido pelo Arranjo Produtivo Local (APL) Mandioca no Agreste e estabelecer parceria, gestores do APL se reunirão, na próxima sexta-feira (10), com alunos e professores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), campus Satuba. O encontro será realizado na sede regional do Sebrae em Arapiraca, às 9h.
O APL Mandioca – que visa promover o desenvolvimento do mercado local e o setor produtivo de Alagoas – integra o Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL) e é coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) e pelo Sebrae/AL.
A visita tem o objetivo de expor a alunos do curso e a técnicos em Agropecuária a trajetória e detalhes do APL Mandioca – destacando as principais ações executadas, os resultados, os problemas encontrados para a concretização de projetos e os motivos pelos quais o Arranjo está instalado na região do Agreste. A quantidade de emprego e renda gerados pelo APL também farão parte da apresentação.
“Esse encontro foi idealizado por este potencial parceiro, que propõe se integrar às ações contidas em nosso plano de desenvolvimento, sobretudo no segmento de tecnologia”, disse o gestor do APL, Nelson Vieira. “O Ifal elabora pesquisas para melhorar a qualidade e a diversidade dos nossos produtos”, conclui Vieira.
Os presentes também terão a oportunidade de aprender a manusear a ferramenta de Sistema de Informação da Gestão Estratégica Orientada para Resultados (Sigeor), site disponibilizado pelo Sebrae para que parceiros e demais interessados acompanhem os trabalhos do APL, os custos aplicados em  cada ação, o investimento de parceiros e os motivos que impediram a concretização de ações.

Agricultores vão receber assistência técnica nos moldes do Balde Cheio

Eles estão inseridos no Programa Alagoas Mais Leite, coordenado pela Seagri
Diego Barros
Secretário Jorge Dantas assina contrato para prestação de serviço
Os agricultores familiares inseridos no Programa Alagoas Mais Leite, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), vão receber assistência técnica específica baseada na metodologia do Balde Cheio, desenvolvido pela Embrapa.
O acompanhamento especializado vai durar 12 meses e inclui orientação para produção de forragens, nutrição animal, reprodução, qualidade do leite e gestão da propriedade. Inicialmente, 500 agricultores familiares de 25 comunidades incluídas no Programa Alagoas Mais Leite serão atendidos pelos técnicos, em visitas constantes.
O contrato para prestação do serviço de assistência técnica foi assinado nesta segunda-feira (6) pelo secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, Jorge Dantas, e o representante da empresa, Samer Ramos Rodrigues.
“As associações dos agricultores familiares receberam, por meio de uma permissão de uso, equipamentos, como máquinas forrageiras, tanques de resfriamento de leite e kits de inseminação artificial. Eles estão sendo capacitados para uso coletivo desses equipamentos. Também vamos repassar kits de ordenha manual higiênica”, explicou o secretário Jorge Dantas.
“Nossa intenção é dar apoio ao pequeno criador, para que ele possa produzir com qualidade e competitividade e, assim, acessar o mercado. Ao mesmo tempo, também conduzimos o Programa do Leite, que já compra parte da produção dessas associações”, afirmou o secretário.
De acordo com Samer Ramos Rodrigues, os profissionais que vão acompanhar os produtores de leite são médicos veterinários, técnicos agrícolas, zootecnista e agrônomos. “O acompanhamento é específico, ocorre na propriedade do agricultor, e os técnicos também serão capacitados na metodologia do Balde Cheio para que possam repassar o conhecimento”, detalhou Samer Rodrigues.
“A pecuária leiteira será praticada de forma mais profissional, com análise de custos de produção e formação de preço do leite. Além de tecnologias sobre manejo, o agricultor terá essa visão de gestão”, completou o secretário Adjunto da Agricultura, José Marinho, que também acompanhou a assinatura do contrato.

Procon mantém pesquisa dos postos de combustíveis para coibir aumentos

Semanalmente, o órgão vai beneficiar consumidor com a divulgação da lista dos estabelecimentos com preços mais acessíveis

Patrícia Melro

O Procon/AL, órgão vinculado à Secretaria do Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, prossegue com a campanha “Ninguém Aguenta Mais” e divulgará toda semana uma pesquisa com os nomes dos postos de combustíveis de Maceió que estão com os preços mais acessíveis. 

“O intuito da pesquisa é que haja uma concorrência entre os estabelecimentos. Só assim, haverá a baixa dos preços, além de coibir os aumentos”, explica o superintendente do Procon/AL, Rodrigo Cunha. Um exemplo é o Posto Jacinto, em Jaraguá. 

No último dia 24, o preço do litro da gasolina comum custava R$ 2,830 e no levantamento do dia 06 o mesmo combustível está custando o litro R$ 2,780, uma diferença de R$ 0,05 (cinco centavos). A pesquisa completa pode ser acessada pelo link: http://www.procon.al.gov.br/pesquisas-de-precos/2011/pesquisa- combustiveis/COMPARATIVO%20DE%20PRECOS%20COMBUSTIVEIS.PROCON-AL.06.06.2011.pdf

Governo deve divulgar na próxima semana balanço das obras dos municípios atingidos pelas cheias


Informação foi divulgada pelo vice-governador Thomaz Nonô, que solicitou dos prefeitos um relatório atualizado dos trabalhos que estão sendo executados

Cinara Correa 

O vice-governador do Estado, José Thomaz Nonô, que assumiu a coordenação do Escritório da Reconstrução, informou, hoje (8) que, deverá apresentar na próxima semana, um relatório atualizado da situação dos 19 municípios atingidos pelas cheias do ano passado. Para isso, solicitou de cada prefeito uma avaliação dos trabalhos que estão sendo executados. 

“Nada melhor que a visão dos prefeitos, para se fazer o balanço do que já foi feito e o quanto já avançamos”, afirmou Nonô. O vice-governador disse que já conversou com os responsáveis pelas Secretarias de Infraestrutura, Educação e Saúde, que também estão envolvidas no processo. Ele admitiu que as chuvas refletem no processo de reconstrução, mas lembrou que o cronograma não está atrasado e comparou com o Estado de Santa Catarina que, três anos após, ainda tem obras em andamento. 

“Claro que não pretendemos demorar todo esse tempo, mas é importante exemplificar que esse processo não é ágil como se espera”, relatou. Nonô explicou que se as chuvas persistirem fica inviável realizar obra de terraplanagem e somente os trabalhos burocráticos serão encaminhados. Nonô viaja nesta quinta-feira a Brasilia para tentar agilizar a liberação de recursos para investir em obras de recuperação de prédios públicos, pontes e outros itens que não estavam previstos em um primeiro momento.

“Durante a emergência, algumas coisas não foram vistas, até porque a nossa prioridade foi a reconstrução das casas, escolas e hospitais”, comunicou, adiantando que a liberação de recursos e renovação dos contratos de emergência são provas concretas de que a parceria com o governo federal está mantida.

O vice-governador reiterou que a maior dificuldade que o governo está encontrando para dar sequencia a algumas obras é realmente o entrave burocrático. “Tivemos recursos para as casas, escolas e hospitais, por exemplo, mas não houve dotação específica para recuperar os prédios públicos”, reafirmou, dizendo que existe a exigência da apresentação de documentos como escrituras e que, em algumas cidades, até mesmo os cartórios desapareceram, ficando impossível o fornecimento dos documentos solicitados pelo governo federal.

O vice-governador ainda confirmou a renovação dos contratos de emergência, que estavam se vencendo este mês, informando que, para isso, o governador Teotonio Vilela Filho se mobilizou junto ao Tribunal de Contas da União, em Brasilia.

Custo de vida em Maceió apresenta alta de 0,42% em maio

Cesta Básica custou 38,53% do salário mínimo do maceioense

Victor Brasil

A pesquisa do Índice de Preço ao Consumidor (IPC), divulgada nesta quarta-feira (8) pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), apontou que o custo de vida no mês de maio, em Maceió, apresentou uma pequena variação de 0,42%, em relação ao mês anterior. A pesquisa revelou também que a cesta básica comprometeu 38,53% do valor do salário mínimo do maceioense.

Os grupos que mais contribuíram com a inflação apontada pelo IPC foram  Vestuário (1,13%), Habitação (0,41%) e Alimentação (0,40%). Embora, no mês de maio, o grupo Alimentação não tenha tido a maior inflação, o grupo continuou sendo o de maior peso, contribuindo visivelmente com o aumento do custo de vida, segundo o gerente do IPC, Gilvan Sinésio, da Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento.

De acordo com Sinésio, o aumento dos gastos com Vestuário também contribuiu com a inflação do custo de vida, em maio. Ele contou que isso se deu em função da chegada da nova coleção de inverno nas lojas. “Vestuário teve aumento, principalmente, devido a um acréscimo significativo nos preços de roupas e acessórios para o inverno”, explicou.

O grupo Habitação, segunda maior inflação do mês, é constituído por cinco subgrupos dos quais quatro sofreram variações percentuais positivas: Aluguel Residencial (0,69%), Artigos de Limpeza (1,58%), Artigos de Cama, Mesa e Banho (0,57%) e Principais Bens Duráveis (0,04%).

Já o grupo Alimentação, que sofreu uma variação de 0,40%, foi influenciado, principalmente, pelo aumento no preço dos seus subgrupos Legumes (2,81%), Pescado (0,92%), Carnes (0,63%), Leite e Ovos (0,55%) e Alimentação Fora do Domicílio (0,52%).

Cesta Básica – A mesma pesquisa apontou uma variação de 0,67% na cesta básica de maio em comparação ao mês anterior. O trabalhador maceioense comprometeu R$ 209,98 do salário mínimo com a compra dos itens básicos de alimentação.

O produto que mais impulsionou o aumento da cesta básica foi o tomate (6,32%), item que tem grande peso no cálculo da pesquisa. “O tomate é um dos produtos que mais influenciam no preço da cesta básica devido à quantidade dele ser maior na compra mensal, em torno de 12kgs”, afirma Gilvan Sinésio. 

Outros produtos como o leite (2,2%), o café (1,21%), o óleo de soja (0,97%), a carne (0,63%) e o pão francês (0,5%) sofreram variações positivas neste mês. Já a farinha da mandioca (-1,94%) e a banana (-0,3%) tiveram os preços levemente reduzidos, devido à grande oferta desses produtos, enquanto o feijão, o arroz e o açúcar não sofreram variações.